Basilisk
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[setor_logistica]LOGÍSTICA & SUPPLY CHAIN

Segurança ofensiva para logística e cadeia de suprimentos.

Logística funciona porque sistemas de empresas diferentes confiam uns nos outros. Testamos exatamente essa confiança — e o que acontece quando alguém entra por ela.

Quando informação vira roubo de carga

Aqui a informação tem consequência física. Saber o que está em qual veículo, por qual rota e com qual previsão de chegada é insumo direto para roubo de carga. E como a operação depende de troca automatizada com transportadoras, despachantes e clientes, existe uma quantidade grande de portas que precisam ficar abertas para parceiros.

  • Dado de rota e de conteúdo de carga tem valor operacional para o crime organizado.
  • A cadeia envolve dezenas de parceiros com maturidade de segurança muito desigual.
  • Interfaces de troca automatizada foram desenhadas para funcionar, não para desconfiar.
  • Parada de sistema de expedição interrompe faturamento e trava o pátio em horas.

O que testamos numa operação logística

Percorremos o caminho da carga e o caminho do dado que a descreve, do pedido à entrega.

// troca de dados com parceiros

Interfaces de integração e EDI: autenticação entre empresas, validação de origem e o que um parceiro comprometido conseguiria fazer no seu ambiente.

// rastreamento e telemetria

Portal de acompanhamento e APIs de posição: enumeração de código de rastreio e exposição de rota, conteúdo e previsão de entrega.

// gestão de transporte

Sistemas de expedição e roteirização: autorização por perfil, alteração de destino e integridade da ordem de carregamento.

// portal de cliente e transportador

Acesso de embarcador, motorista e transportadora, incluindo isolamento entre empresas que dividem a mesma plataforma.

// documentação fiscal

Fluxos de emissão e consulta de documento de transporte, onde a manipulação tem efeito direto sobre a carga e sobre o fisco.

// pátio e dispositivos

Coletores, balanças, controle de portaria e rede sem fio da operação: o que um acesso obtido no pátio alcança nos sistemas centrais.

Risco operacional e dever legal

Traduzimos o achado técnico para as duas linguagens que decidem no setor: perda operacional e obrigação contratual.

LGPD
Endereço de entrega, dado de motorista e histórico de destinatário são dado pessoal. Documentamos exposição de titulares e a rota do vazamento.
Exigência de embarcador
Clientes industriais auditam a segurança do operador logístico. A carta de atestado responde a esse questionário sem detalhe explorável.
Seguro de carga
Seguradoras avaliam controle de informação sensível na precificação. Evidência de teste periódico é argumento nessa conversa.
Integridade documental
Onde documento de transporte pode ser alterado, o problema deixa de ser técnico e passa a ser fiscal. Tratamos esse achado com gravidade elevada.

Como conduzimos sem travar o pátio

01

Janela fora do pico de expedição

Sistemas de expedição só recebem teste ativo em janela acordada com a operação, porque uma parada ali trava pátio e faturamento em poucas horas.

02

Foco na fronteira com parceiros

Priorizamos as interfaces de integração, medindo o que um parceiro comprometido alcançaria — o cenário mais provável e o menos testado.

03

Enumeração de rastreio

Testamos até onde é possível descobrir carga, rota e conteúdo a partir de fora, porque essa exposição é o insumo do roubo direcionado.

04

Correção e reteste

Priorizamos pelo que expõe carga e dado de rota primeiro, acompanhamos a correção e retestamos antes da versão final.

O que você recebe

  • Relatório executivo em risco operacional
  • Relatório técnico reproduzível
  • Análise da fronteira com parceiros
  • Teste de enumeração de rastreio
  • Classificação CVSS justificada
  • Priorização por exposição de carga
  • Reteste dos achados corrigidos
  • Carta de atestado para embarcadores

Perguntas frequentes do setor

O teste pode parar a expedição?

+

Não, e o cronograma existe para evitar isso. Sistemas de expedição e pátio só recebem teste ativo em janela acordada com a operação, com limites de volume e canal aberto para interromper em segundos. Onde a criticidade é alta demais, trabalhamos em réplica ou com atividade não intrusiva.

Vocês testam nossos parceiros e transportadoras?

+

Testamos a sua fronteira com eles, não a infraestrutura deles — isso exigiria autorização própria de cada empresa. O que medimos é o que um parceiro comprometido conseguiria fazer no seu ambiente: qual o alcance daquela credencial, o que aquela interface aceita e se a origem é realmente verificada.

Exposição de dado de rastreio é mesmo um risco de segurança?

+

É um dos mais concretos do setor. Quando é possível enumerar códigos e descobrir rota, conteúdo e previsão de entrega, isso deixa de ser informação e vira insumo para roubo direcionado. Testamos especificamente essa enumeração e reportamos o achado com a gravidade que o impacto físico justifica.

O relatório atende auditoria de embarcador ou de seguradora?

+

Atende. A carta de atestado confirma escopo, período e conclusão sem expor detalhe explorável, que é o formato aceito em questionário de fornecedor. Para seguradora, o relatório executivo em linguagem de risco operacional costuma ser o documento mais útil na conversa de precificação.

Serviços aplicados a este setor

// contato

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